domingo, 8 de maio de 2011

Monstros 01: Fênix

Pois é. Eu criei uma nova coluna, agora falando sobre monstros mitológicos. Por favor, comentem! Demonstrem se gostaram ou não, a opnião de vocês é muito importante pra gente... =/
Bem, vamos para o que importa!

sábado, 7 de maio de 2011

RPG: Uma História Pra Contar Várias Histórias.




Como agradecimento pelas 1.000 visualizações, resolvi voltar ao meu assunto inicial: o RPG. Vou falar hoje um pouco mais sobre o geral, começando pela história.
O RPG (Role-Playing Game, ou Jogo de Interpretação de Personagens) surgiu em 1974, criado por Gray Gyrax e Dave Arneson, como uma adaptação da obras de Tolkien (criador d'O Senhor dos Anéis), sob o sistema Dungeons and Dragons (D&D) e, segundo histórias, eles jogam até hoje!
Com o tempo e o sucesso (e inúmeras atualizações), surgiu uma nova versão: o AD&D (Advanced Dungeons and Dragons) e, logo em seguida, o primeiro RPG genérico (que pode ser usado em vários cenários, do medieval ao futurístico): GURPS, criado pela Steve Jackson Games, em 1986.

Nessa época, começou a surgir os RPGs educativos, como o brasileiraço GURPS: Desafio dos Bandeirantes, mais um suplemento do famigerado (e extremamente complicado, na minha opnião >..<') produto de Steve Jackson. Estes RPGs "bonzinhos" surgiram como resposta a onda que tinha de que "RPG é coisa do dimonho".


As Melhores Músicas do Metal

Eai pessoal que acompanha esse Blog tão maneiro ;)

Hoje trago para vocês as melhores músicas do Metal, cantadas pelos reis do Metal

Pra começar:

A rainha do Power Metal,  então pegue sua espada, coloque uma armadura, mate um dragão e escute essa música dela KATY PERRY
 I Kissed a Girl - Katy Perry (Versão Power Metal)



Bom, agora é mais pra quem curte um New Metal, com uma boa pegada, aqui vem ela para cantar e encantar com seus breakdowns, LADY GAGA
Alejandro - Lady Gaga (Versão New Metal)



Agora é pro pessoal mais do Metal em geral, ele que sabe o que faz em suas músicas e leva a galera ao delirio, Tudo que sabe aprendeu com ninguem menos que Ozzy Osbourne, reverenciem o NOVO REI DO METAL: JUSTIN BIEBER
Baby - Justin Bieber


E Agora pra finalizar essa Seleção com chave de ouro, o bom e puro Death Metal, com ninguem menos que REBECCA BLACK
Friday - Rebbeca Black (Versão Death Metal)






é isso por hoje pessoal, gostaria de agradecer as 1000 vizualizações e pedir que não me matem por essa brincadeira hahahaha ;)

E é do Brasil-sil-sil!

Caraca gente... 1.000 visualizações... Parece que foi ontem que eu tava comentando com o pessoal a falta que fazia um blog... quando surgiu a primeira versão... =']
A gente criou o blog por diversão, tanto que as postagens não são diárias. Eu lembro que de início, todos dissemos que iriamos postar sempre, mas logo vimos que a coisa não é bem assim. Por ser apenas um meio de diversão e não uma obrigação, acabamos muitas vezes esquecendo do blog e se dedicando a assuntos pessoais, mesmo que volta e meia tenha algo novo aqui. =]
O tempo passou, o conteúdo do blog mudou um pouco (de início eram matérias, agora os posts são mais diversos, desde minhas fanfics, as viagens do Thaiel e as "reportagens do lukas XD) mas mesmo assim, aí estão vocês. Pessoas que volta e meia acessam, talvez por insistência de um dos Admins, talvez por vontade própria. Mas chegamos ao 1.000!
Eu, em nome de toda a administração dêste humilde vlog, agradeço á todos vocês. Obrigado. SIM, EU TÔ CHORANDO, P*##@!!!!! ='S

An Dragon's Tale Ato 3_ Hunter's Chance

-Pai! PAI!- Ouve-se a voz de uma garotinha-ACORDA!!!-
Blaze acorda-se com aquela menina diante dele, gritando seu nome. Ele balança levemente a cabeça para tentar tirar o sono.
-O que foi Samantha?-ele pergunta à menina, ainda meio sonolento- Pra que me acordar tão cedo?-
Neste momento, o sangue de Blaze gela. “Tão de sacanagem comigo.” É tudo o que ele pensa. Mais um deja vu.
Mas a expressão de Samantha não era tão serena quanto antes. Ela parecia assustada, apavorada.
- Pai, rápido. O "tio" sumiu, junto com todas as coisas.-
Blaze se levantou, saiu da barraca improvisada. A sensação de “eu te disse” veio á mente. Nada. Cavalos, comida, carroça ou Hayato. Blaze procurou por pistas e encontrou um Chakram [se não sabe,escreve no Google ¬¬'] preso numa árvore. Grama manchada de sangue. Houve alguma luta.-
Olhando melhor, parece que houvera mais que apenas luta.
Rastros no chão indicavam que alguém foi arrastado e levado.
As pegadas, inclusive dos cavalos, seguiam em direção à “colina”.
Era alguém lá de cima.
Ao sopé da montanha havia uma escada trabalhada perfeitamente na rocha, de modo que permite até mesmo animais subirem e descerem.
Blaze olhou para cima. A montanha devia subir uns 3 km antes de ser abruptamente cortada ao meio. Seria uma subida longa até lá; “coisa de uns minutos” pensou Blaze. A escadaria é rasa, permitindo que veículos transitem por ela com pouca dificuldade.
-Vamos, filha. E não saia de perto de mim.-
A menina ainda estava perto do acampamento improvisado recolhendo o manto da barraca, e agora apenas uma fogueira apagada poderia ser vista por ali. Ela fez um sinal ao pai, guardou a lona em sua mochila e correu até ele.
Os dois subiram alguns degraus quando, repentinamente, Blaze para olhando para o nada, apavorado. Coloca a mão nos bolsos do sobretudo [esqueci de contar, o Blaze usa um sobretudo marrom não muito grosso e sem mangas.], em volta do pescoço, nos bolsos das calças, e nada. Haviam levado.
Blaze puxou a menina do braço e seguiu com pressa balbuciando coisas do tipo: ”Isso tá ficando pessoal” ou “agora me irritaram”; enquanto a menina, desorientada, perguntava o que estava acontecendo, sem obter resposta.
Mais á frente, antes do fim da escadaria e antes do topo havia uma pequena construção, que era um teto finamente ornamentado quase sem paredes, apenas com algumas vigas também ornamentadas para sustentar, formando uma espécie de templo; onde crescia algumas flores e pequenas árvores. Trepadeiras cresciam pelos pilares e paredes(na verdade, uma parte da formação rochosa da montanha). O lugar era amplo, dava pra ver boa parte do bosque dali. Seja lá quem tivesse sido, viu-os de lá.
-Vamos, pai?-disse a garotinha, para que subissem até o fim - Você não estava com pressa?-
Blaze estava procurando algo na vegetação.
-Não, olhe- Blaze apontou para os degraus- A escadaria está mais rústica. Não tem como uma carroça passar por aí. Deve ter alguma outra... Achei!-
Blaze afastou um arbusto devidamente colocado e puxou um enorme portão do chão (parecido com uma porta de sótão), de onde sai uma rampa com uma leve inclinação, adentrando na montanha.
O local era iluminado por tochas. Um longo corredor se estendia ao fim da rampa, com espaço suficiente para passar 4 pessoas sem incômodo.
Depois de alguns minutos, ao fim do corredor, os dois encontraram um portão de ferro com inscrições em uma linguagem que nenhum dos dois conhecia.
“Saudade do Saruo...Ele era bom com isso” pensava Blaze.
Adentraram no portão. Um salão grande, redondo com uma enorme quantidade de suprimentos, desde comidas á armas. Uma escada marinheiro [daquelas que são barras de ferro presas em uma parede] no canto contrário da sala levava a uma abertura no teto, uma outra saída, óbviamente.
A carroça e os dois cavalos estavam ali. Um vulto salta em meio aos sacos da carroça. Faz malabarismos no ar em meio ao pulo, parando de frente á Blaze. BEM Á FRENTE DE BLAZE. Olha-o, olha-o... (Blaze está apavorado agora)
Ele usa um pano fino no rosto, tapando suas feições e ocultando sua verdadeira face. De todo seu corpo, apenas a área dos olhos é vista.
O inimigo pula para trás, tira dois chakrans de suas costas e faz posição de combate.
-Ótimo. Ninja... - Diz Blaze, com um ar sarcástico. -Samantha, afaste-se.-
A menina dá alguns passos pra trás, parando perto do portão de onde vieram. Blaze olhou para baixo. Havia um bastão de bambu no chão. “Bo. Ótima contra ninjas.”, ele pensa, e solta um leve sorriso maldoso, malicioso.
O ninja bota a mão no peito e tira dois medalhões. Blaze fica sério no mesmo instante.
-Isto é meu. –diz Blaze - Devolva-os!-
O ninja recoloca-os debaixo roupa, e pula pra cima do herói. Blaze, com uma fraca batida numa das laterais do bastão, pega a arma. A luta começa.
O ninja avança em alta velocidade, enquanto Blaze apenas se importa em se defender. Os dois estão já se confrontando enquanto Samantha olha assustada. Ela nunca tinha visto seu pai lutando daquele jeito, sempre achava seu pai um covarde, um medroso. Mas naquele momento ele parecia diferente. Corajoso, um verdadeiro herói. Até seu olhar tinha mudado. Parecia motivado.
Seus pensamentos foram interrompidos por um chute de esquerda dado pelo inimigo no rosto de seu pai. Ela entendeu que ele não estava tentando GANHAR, mas sim SOBREVIVER, tentando deter principalmente as armas cortantes do oponente. A pergunta era: até quando?
O bastão era duro, firme. Em um movimento ele consegue cravar as duas armas do inimigo no bambu. Ele solta um pequeno sorriso e, com a ponta do bastão, arranca a máscara de pano do ninja.
Mas não era um ninja. Era UMA ninja.
Uma moça de 17, 18 anos de idade. Seu olho era puxado, oriental.
A luta terminara. Blaze largou o bastão e foi tentar socorrer sua inimiga, que tinha levado um leve corte no rosto.
Ela afastou-o e correu para o lado mais escuro da sala, onde havia a escada vertical. Ela subiu e passou pela abertura da abóboda que segurava o teto. Os dois estavam sozinhos de novo.
-Um de três- Blaze diz, indo em direção á carroça.
Tudo estava em ordem. Não faltava nada.-
Samantha aproximou-se e, com alguns movimentos com as mãos, começou a curar os machucados do pai. Não havia muitos machucados, apenas alguns ferimentos causados pelo chute e alguns cortes de raspão causados pelos chakrans.
Completamente recuperado, Blaze e Samantha começam a subir a escada, voltando a ver a luz do sol do outro lado.

domingo, 1 de maio de 2011

An Dragon's Tale Ato 2_Highway Song

-Pai! PAI!- Ouviu-se a voz de uma garotinha-ACORDA!!!-
Blaze acorda-se com aquela menina diante dele, gritando seu nome. Ele balança levemente a cabeça para tentar tirar o sono.
-O que foi Samantha?-ele pergunta à menina, ainda meio sonolento- Tá cedo demais!-
Ela olha-o com um sorriso infantil e puro.
-Você prometeu que nós íamos...-
Nesta hora Blaze se espantou. Uma enorme sensação de deja vu passou pela sua cabeça.Não; pior. ISSO REALMENTE JÁ ACONTECEU. [pra quem não entendeu, ela falou a mesma coisa no capítulo anterior,mas Blaze (abobado u.u')não notou]
-... Encontrar o tio que vai nos levar pra capital.
Blaze respirou aliviado. A sensação havia passado.Acordou-se, seguiu a mesma rotina do outro dia [a qual eu não direi denovo para não ficar repetitivo, já fui criticado por um colaborador por repetir muito >.<']. Já era quase meio dia. Aproveitou a deixa e saiu apresado com Samantha.
A cidade estava calma. Não chegava a ser estranho, pois era dia do Sol [o mesmo que nossa segunda-feira], e os viajantes já haviam ido embora. Era quase meio-dia quando Blaze chegou à praça, o local marcado. Havia uma carroça lá, com dois cavalos (em perfeitos estados, por sinal) e o condutor. Não dava pra ver muito do seu rosto, devido a um capuz em sua cabeça, que oculta até a área do nariz.[por quê que sempre, em toda carroça/carruagem ou coisa do tipo sempre tem que ter um condutor encapuzado???? Coisa mais clichê...]
Ele estava mastigando um talo de capim. Quando notou a aproximação dos dois, lançou um leve sorriso.
-“Bom dia, amigo”- Disse, sem deixar cair a palha da boca. O modo em que falava era tão estranho, tão traduzido, parecia estar lendo as palavras e não falando. Parecia tão...
... Estrangeiro.
A expressão de Blaze mostrava algo que parecia uma mistura de espanto com alegria. Ele conhecera o misterioso condutor. É alguém que ele estava morrendo de saudade. É alguém que ele não via havera bastante tempo. Há 9 anos, pra ser mais exato.
Ele é mais um dos Dragoons.
-Hayato Tokuzaki [2], o Herói... —Diz Blaze, mas é rapidamente interrompido pelo encapuzado.
-“... Do deserto.“- termina o condutor.
Ele tira o capuz para mostrar o rosto. Cabelos negros, repartido no meio da cabeça até a altura do meio do pescoço, olhos escuros puxados, indicando descendência oriental e um sorriso sincero no rosto. A barba crescendo no rosto dava a ele a aparência de mais velho, mas deveria ser mais velho que o homem à sua frente. Uma boa pessoa e, ao mesmo tempo, o melhor amigo de Blaze.
-Claro! Eu sou muito tapado! Você "funfava" pro Sin! Como pude esquecer isso?-
O oriental respondera com um sorriso. Olha para a garota e depois de volta para o Blaze. A garota estranha o jovem de olhos puxados.
-Minha filha, Samantha, lembra?-Diz Blaze para o homem,e depois vira-se para sua filha para apresentá-lo. –Este é Hayato, um velho amigo do pai. Você era muito pequena quando a gente deixou de se ver, então você não deve se lembrar dele... -
O oriental sorria para a menina, e ela retribuiu o sorriso. Eles tinham muito que conversar, mas também muito trabalho para fazer. O condutor sabia – e não poderia dizer a eles agora- que este trabalho deveria ser terminado o quanto antes. Até o vale a viagem duraria 1 dia e após isso, até a capital duraria mais três – com direito á uma passagem pela vila de Linna para descansarem no 3º dia- ,chegando na capital com 4 ou 5 dias de viagem. A comida estava calculada certa para isso [Sin era pão-duro u.u] e, caso demorassem muito, iriam viajar á noite, o que aumentava as chances de um ataque de bandidos na estrada.
-“Então, vamos?” - disse o oriental, convidando-os para subirem na carroça.
Os dois riram; subiram e seguiram viagem.
A viagem foi tranquila; os dois tinham muita coisa para conversar, muito papo pra pôr em dia.
Samantha ouvia tudo admirada com as histórias e aventuras que um dia seu pai viveu. Ela achava estranho como Hayato referia-se como um "grande herói", e dizia que Blaze era seu escudeiro... Ria dos dois, mas se sentia bem pois poderia encontrar sua mãe de novo, pois ela tinha ido treinar fazia 2 anos e iria ficar sozinha por mais 3, fazendo uma pausa no próximo mês, para comemorar seu aniversário.
As piadas eram muitas. Hayato lembrou Blaze de quando eles derrotaram um ogro usando uma pequena adaga (para âmbos!), contaram da vez que salvaram Bianca de um lorde lich maligno,...
-Bianca!-Blaze exclamou.-Esquecemos seu presente!-
-"Relaxa.-disse o oriental.-Logo estaremos na capital. Lá a gente encontra alguma coisa."-
Verdade, eles estavam indo pra uma grande metrópole. Poderiam improvisar algo.
Era tardezinha já quando eles começavam a ver ao longe uma colina, cercada por um pequeno bosque.
-“Lá”–dizia Hayato – “Fica o Vale Kanwa. É protegido pelo clã Toeda, velhos conhecidos meus.
Mesmo assim, tomem cuidado. Eles não estão acostumados com estrangeiros... mesmo assim não se preocupem,foi por causa deles que viemos pra cá...”
Chegando mais perto, Blaze e Samantha puderam olhar a colina mais de perto. Não era uma colina, e sim uma montanha. UMA MONTANHA HORIZONTALMENTE CORTADA AO MEIO.
Chegaram ao bosque já era noite. A noite estava silenciosa e algumas nuvens bloqueavam a lua, apesar do bosque não estar muito escuro.
- “Vamos dormir aqui.”- sugeriu Hayato.
-Mas...a gente podia seguir ainda, né, Samantha?-
A garota concordou com um sinal de cabeça.
- “Não, não vale á pena. Eles vão entender isto como um ataque direto, uma tentativa de invasão ou pilhagem.”-
-Mas assim...não tem o risco de algum ladrão ou algum monstro aleatório?-
-“Este bosque é protegido pelo clã Toeda. Se eu pudesse escolher o lugar mais seguro de Gaia, seria aqui.” -
- OK então... Vamos dormir aqui?- Perguntou Blaze, consentindo.
Hayato respondera com um sinal de cabeça, e os dois começaram a montar um pequeno acampamento ali. Em pouco tempo estavam dormindo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

An Dragon's Tale Ato 1_Breakout

[Eu poderia começar esta história com ”ERA UMA VEZ...” ou “HÁ MUITO TEMPO ATRÁS...”mas não. Primeiro que esta história não passa neste planeta pra dizer que faz muito tempo; segundo que é clichê demais; e terceiro porquê é gay demais. Ponto. Simples assim.
Agora vamos ao que importa]

Gaia.
Planeta igual ao nosso. O mesmo sol, o mesmo solo, o mesmo mar, as mesmas nuvens e as mesmas pessoas.
Seria igual ao nosso se não fosse um detalhe:
A MAGIA.
Gaia é uma terra mágica. Com direito á magos e dragões, anões e elfos, vilarejos e reinos, vilões e, especialmente, HERÓIS.
[sim, eu copiei este início de alguma matérias sobre Tormenta, admito u.u]
Um herói se destacou uma vez. Seu nome era Nikollai Mathyas.
Seu nome é quase uma lenda por estas terras e até além dela. Conhecido como “O Grande Dragão” ou o “Dragão Laranja”, foi o fundador e líder de um grupo de leais, benignos, gentis e humildes guerreiros em defesa da justiça, os Dragoons.
Ele lutou centenas batalhas, inclusive salvando o Planeta de um poderoso monstro: a Árvore Corrompida de Yggdrasil. O monstro foi derrotado, mas levou junto o poderoso herói. Se o herói sobreviveu ou não, isso é um mistério, pois ele (vivo ou não) nunca fora encontrado.
Isso faz 10 anos...
Mas não é sobre este Dragoon que a história se passa. O destino escolheu um novo jovem: Blaze Soulburn [1] [O personagem principal, dããããã...].

-Pai! PAI!- Ouviu-se a voz autoritária da pequena garota -ACORDA!!!-
Blaze acorda-se com aquela menina diante dele, gritando seu nome. Ele balança levemente a cabeça para tentar tirar o sono.
-O que foi Samantha [1.2]?-ele pergunta à menina, ainda meio sonolento, e vira-se contra a menina, tentando dormir mais um pouco- Tá cedo demais!-
Ela começa a balançá-lo para conseguir tirar ele da cama, com a cara emburrada.
-Você prometeu que nós íamos comprar um presente pra mãe hoje...-
-Malditas compras... – Ele diz baixinho.
Blaze, apesar de ter seus 29 anos, costumava deixar a barba bem aparada, o que fazia ele aparecer bem mais novo. Estava completamente bagunçado e, mesmo durmindo em uma solitária cama de casal, estava com um pé encostando no chão quando acordara, sem falar da mancha de baba no travesseiro. Possuia cabelos castanho-claro curtos e espetados que ele insistia em puxá-los para trás, dando inconscientemente a aparência de que sua cabeça era uma bola de fogo marrom. Tinha uma pequena cicatriz no canto esquerdode sua face. Era magro e usava um sobretudo de couro com as mangas rasgadas, deixando os braços nús. Vestia por baixo do sobretudo (sempre aberto) uma camisa de mangas cavadas branca e uma calça marrom. Não era feio, mas sua humildade fazia com que ele aparecesse menos belo do que realmente era. Tinha a estranha mania de falar atravéz de gírias grosseiras,típicas de um garoto vindo do interior. Samantha, por sua vez, tinha longos cabelos loiros. Sua roupa lembrava o uniforme de uma sacerdotiza, ou ás vezes o vestido de uma princesa. Suas bochechas eram rosadas e algumas poucas sardas saíam abaixo de seus olhos. Estava sempre com um sorriso simpático no rosto e tinha a voz doce e quase cantada. Os dois tomaram café e saíram.
Cyan, o "Vale do Comércio". Local dedicado á compra e venda de milhares de artigos, itens de luxo ou mesmo o resultado de pilhagens e sequestros. Blaze tinha escolhido bem qundo resolveu morar aqui após o nascimento de Samantha. Nas ruas, crianças passeiam alegremente, os mais idosos contam piadas inocentes e brincam com o cotidiano, ladrões assaltam os inafortunatos que ousam desbravar os becos mais escuros, e pessoas de diferentes locais, raças e culturas vêm apenas para ver as lojas.
Entre a multidão estão os dois. Pai e filha, olhando de loja em loja para encontrar o presente certo para a matriarca da família.
Eles estavam tão distraídos olhando as vitrines das lojas que Blaze demorou a notar que estava sendo seguido por alguém.
Assim que percebeu, ele dobrou uma rua com a garota junto (a sintonia entre pai e filha é tanta que ela nem perguntou o que estava havendo, simplesmente foi junto com ele) e colaram na parede parede com o intuito de surpreender o perseguidor.
Segundos tensos passaram-se, segundos realmente desesperadores, enquanto os dois pensavam em quem era o misterioso perseguidor, quando a misteriosa sombra finalmente passou. Blaze chegou a ameaçar um soco, mas se deu por conta em quem era aquela pessoa.
Antes de qualquer reação, uma voz surge vinda de trás do misterioso homem, ainda na rua principal, dizendo um sério, macabro e um tanto desajeitado -OI...-
Os dois (Blaze e seu perseguidor) olharam sérios uma para o outro, assustados com a voz assustadora...
Blaze aproveitou a chance para poder reparar quem era o tal sujeito. Era um homem alto,com aproximadamente 1.90m, usando um manto peludo de couro de bisão polar, uma enorme espada bastarda branca nas costas e uma máscara branca metálica ocultando quase todo seu rosto, deixando apenas dois buracos para os olhos e sua mandíbula. Ele tinha longos cabelos brancos, espetados, atingindo a cintura. Tinha um porte autoritório, e aspirava nobreza e seriedade.
Seu nome é Sin. Sin CloudedSky. Um DRAGOON.
Eles voltam a ouvir a voz, agora mais animada, mas ainda seca e macabra.
-QUANTO TEMPO NÃO?-
Eles olham para a rua ao lado, de onde vieram. Avistam um homem grande, albino, com mais de 2 metros e meio de altura, cumprimentando um jovem samurai com uma katana e uma wakizashi no meio da rua, que estava acompanhado por uma meio-elfa, que tinha o rosto com um lado deformado.
Ignorando os dois, se voltam para conversar. Sin coloca a mão em seu queixo,pensando como começa a contar. E começa com:
-Vou direto ao ponto. Você irá criar a nova formação dos Dragoons.-
-Mas... - responde o jovem – ...Por quê? Como?-
-Porque novos aventureiros são necessários novamente.-
-Mas por quê tu não chama a “velha guarda”?-
-Muitos, como eu estão ocupados demais. Mokuko, Luke e Shaya têm cidades para cuidar. Nim está ocupado com seu treinamento. Eu mesmo tenho... Assuntos pessoais.-
-Mas não... Não se cria algo do nada...-
-Eu tenho meus meios para poder restabelecê-los.- Diz o tenebroso homem. - Eu entro com a parte administrativa e você com os... "Recrutas".-
Ele olha seriamente para ele, ignorando a menininha agarrada no homem á sua frente. Ela mesmo só conhecia o grupo por histórias do pai, e uma velha foto no armário, manchada pela decomposição e de café... Era muito nova quando o grupo se desmanchou [que mancada, esqueci-me de contar que o grupo se desfez com a morte do Nikollai xP]. Mas sua vontade de se aventurar era enorme. Ela tinha aprendido o básico da luta, além de ser uma exímia curandeira, mas nunca teve oportunidade para testar efetivamente o que aprendeu, fora em pequenos cortes e arranhões do dia-a-dia. Ela ansiava para poder usar suas habilidades em campo, com ferimentos maiores, mas seu pai nunca deixou. Surgiu sua chance.
Blaze notou os olhos de sua filha brilhar, e sabia onde isso iria parar. Não poderia deixar sua filha sozinha enquanto viajava (sua esposa, Bianca, estava treinando em um local muito distante), mas não permitiria que sua filha entrasse em uma luta.
-OK, mas ela (olhando para a Samantha) não irá participar de missões de campo, certo?-
-Bom soldado.-
Diante daquelas palavras, Blaze já sabia que situações de combate apareceriam para ela,de um jeito ou de outro, mas não podia voltar atrás com suas palavras. Havia algo em seu peito que não permitia fazer isto. Orgulho.
O homem da máscara branca estendeu a mão como um sinal de um acordo. Blaze respondeu o sinal do mesmo modo.
-Vocês viajarão até a capital, Khelkar. Aconselho-lhes a passar pelo vale Kanwa. Eles têm valiosos guerreiros lá. Como prova do que estou lhe dizendo, ofereço-lhe uma carroça com dois cavalos de potência e um... Condutor eficiente. Você vai gostar dele.-
-Quando iremos?-
-Amanhã ao meio-dia, esteja na praça da cidade.- Seguiu Sin - Ele estará lá.-
-Como saberei quem é ele?-
-Não se preocupe. Você vai saber.-
Disse isso e desapareceu em meio á multidão. Blaze foi pra casa com Samantha para se preparar para o outro dia.
O amanhã prometia grandes coisas.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

An Dragon's Tale Ato 0_Notas Iniciais

Pois é, pessoal. Vou partir hoje para a minha verdadeira obra-prima. Não é tão simples e forte como a história do Ponto Final, mas é algo grande, perfeito. Não é apenas uma histórinha, mas sim um conto completo: com capítulos (que eu costumo chamar de "Atos" XD), edições e tudo que tem direito!
Eu sei que tem muito plágio nessa história. É o meu modo de prestar homenagem. Boa parte das personagens foram baseados em pessoas do meu convívio, apesar de poucas (e bem poucas mesmo) serem criações minhas. Eu copiei muitas frases, estilos e personagens de outros lugares, verdade. Se você for ler até o fim, notará muitas coisas do tipo, desde a risada perversa do Gin (Bleach), até aparições do Capitão Ninja ou do próprio JACK SPARROW!
Inclusive, o nome dos capítulos geralmente é o nome de uma música, seja ela em inglês ou português.
Como eu disse antes, vai ser bem comum encontrar pessoas de meu convívio, portanto, ofereço, como um modo de diversão, tentar identifica-los.
Divirtam-se, pois foi por isso que este livro foi criado!
PS: Se você gostou da brincadeira de identificar as pessoas e gosta de uns Spoillers, procure entrar em contato com algum dos "donos dos personagens". Eu irei dar as Fichas de Personagens para eles, portanto, se tiverem curiosos sobre tal personagem, fale com ele ;D

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ponto Final, Nova Linha, Parágrafo.

Hoje eu vou tratar sobre algo novo.
Há uns dias atrás o Thaiel me deu apoio sobre eu colocar algumas fanfics aqui, pode ajudar com a divulgação e até na publicação de uma outra fanfic minha ( na qual eu postarei logo logo).
Uma pequena história que eu criei esses dias (quando a net caiu e até reconectar o msn) e foi, na minha opnião, a melhor coisa que eu já escrevi! Ela, no entanto, não é BEM uma fanfic, é só uma histórinha bêsta mesmo...
Bem, aí vai:

=======

Era uma vez, em um mundo feito de escrita, um pequeno ponto final perdido no meio de uma frase.
Ele não queria ir pro fim dela por se achar solitário lá, por isso escalou as palavras em busca de uma outra acentuação para livrá-lo de sua carência.
Foi quando encontrou as aspas, mas uma fazia companhia pra outra e não deram bola para o ponto final carente.
E foi quando encontrou os dois pontos que, mesmo estando um junto do outro,por serem iguais, se sentiriam mais unidos. Mas o ponto fez eles mudarem: de dois pontos, eles viraram reticências...
Quando encontrou o ponto de exclamação, ele vivia gritando de seu irmão, o ponto de interrogação, e de como ele era torto e perguntava sobre tudo.
O ponto de interrogação, por sua vêz, vivia se perguntando por quê o seu irmão, o ponto de exclamação, era tão animado e falava tão alto.
E, a cada novo sinal encontrado, o ponto final se sentia mais sozinho... encontrou junto com o vovô e a vovó o acento circunflexo e o acento agudo, encontrou os parênteses, os colchetes e as chaves, mas eles só isolavam os outros e entrou em desespero quando viu o travessão ao longe, lá no início da frase.
Foi quando notou aquela pontuação ali, carente de atenção. Estava ali desde a primiera linha desta história, mas ninguém dava bola pra ela. Juntos, unidos, formaram algo novo, perfeito: Ponto-e-vírgula.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Otaku, Rockeiro, Gamer e RPGista

Bom, como o Dyow mencionou no ultimo post, eu sou o Thaiel e irei trazer informações sobre Rock e J-music.
Então vou logo fazer o que sou pago pra fazer (como eu queria que fosse verdade!)

Enfim, tentarei agradar a todos, então pro primeiro post irei colocar alguns vídeos de músicas temas de jogos clássicos em versões alternativas

E para começar, a que eu mais gosto dessas "versões alternativas". MORTAL KOMBAT
















Clássico Tema de Sonic









Quem nunca jogou Zelda e parou pra ficar ouvindo a música? :D

















Tetris e seu tema









E o mais clássicos dos games. Super Mario :D








E para finalizar, o tema do castelo de Super Mario :D








Bom, acho que por hoje isso é tudo, isso foi só um inicio para os meus post's, brevemente voltarei com mais coisas relacionadas a música ;)

Até mais :)

Novos Membros.

Pois é. A Quadriforce agora está sob -em parte- nova direção. Nossa amada companheira Arisu, infelizmente, terá que se retirar de seu posto devido à assuntos pessoais.MAS NÃO SE DEIXEM ENGANAR! ela não está sumida e, pelo menos, terminará seu post sobre J-MUSIC que ficou devendo pra vocês como um adeus.
Agora, acho que seria bom eu falar sobre os membros novos não é?
Para os que viram a primeira versão do blog (que você confere AQUI), devem se lembrar do bonachão(eu vou apanhar por essa) e eterno parceiro de blog Thaiel. Sim, ele voltou pra preencher uma lacuna que ficou vaga desde o início: a MÚSICA (não apenas J-MUSIC,que era o assunto do Lado Otaku).
P.S.: não, eu não deixei o assunto do Rock só pra agora; é que o antigo admin responsável não era muito hábil nisso...
E agora apresentando, um mangaká com um futuro promissor amigo meu, que está aqui para substituir a Arisu: Fuyuki. Esse é o primeiro blog dele, então, por favor, sejam pacientes e caridosos com ele, ok?XD
Bem, era isso. Agora o blog tá mais pro "Lado Azul da Fôrça"(se bem que eu sempre achei que a Arisu era um homem o.O'). Espero que gostem!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Panteão_ Ato 3: Início,Fim e Recomeço

Oi gente =D
Eu sei, o blog anda meio parado >.< Culpa das aulas, desculpa. Bem, vamos voltar ao trabalho! Como um pedido de desculpas pela demora, hoje falarei sobre 3 Deuses, no lugar de apenas 2, como é o normal.
Lena_ Deusa da vida. Apesar de ter a aparência de uma criança, é sábia e cuidadosa patrona. Protetora e criadora das fadas,pixies e todos aqueles bichinhos gays.

Ragnar_ O podre e fétido deus dos goblins, orcs, hobgoblins, ogres, bugbears e outras aberrações nojentas. Também é ele o patrono da morte e um dos deuses mais destrutivos. Foi o deus responsável pela Aliança Negra, o que causou o ódio mortal de Glórienn , deusa dos elfos (cuja cidade foi citiada, pilhada e dizimada pelas tropas goblinóides).

Thyatis_ O deus da ressurreição apresenta-se sob a forma da sagrada e nobre ave fênix. Guardião das chamas e protetor da cidade de Triumphus, na qual é constantemente atacada pelo monstro Moóck. É o senhor das profecias, agindo como um profeta dentro do Panteão.