terça-feira, 17 de maio de 2011

Monstros 02: Dragão

Voltamos com mais um monstro! Dessa vez eu vou falar sobre aqueles que são o símbolo da fantasia: os dragões.
Um dragão é uma criatura lendária serpentina. O palavra latina draco, como na constelação de Draco, que vem diretamente do δράκων grego (drakon gazer). A palavra dragão na mitologia germânica e seus descendentes é worm (Inglês Antigo: wyrm, alto alemão antigo: Wurm, nórdico antigo: ormr), ou seja, cobra ou serpente. No inglês antigo wyrm significa "serpente", draca significa "dragão ". O finlandês lohikäärme significa diretamente "salmão-cobra", mas a palavra lohi -originalmente louhi- significa penhascos ou pedras, uma "montanha da serpente". Apesar de ser uma criatura alada, o dragão é geralmente encontrado em um esconderijo subterrâneo, uma caverna que o identifica como uma criatura antiga da Terra. Provavelmente, os dragões da mitologia da Europa e do Oriente Médio derivam do culto das serpentes encontradas nas religiões em todo o mundo.
No folclore ocidental, os dragões são geralmente retratado como mal, com excepções constantes, principalmente na ficção moderna. No período moderno, o dragão é normalmente retratado como um grande
"assoprador de chamas", escamosa e chifruda criatura parecida com um dinossauro, com asas de couro, com quatro pernas e uma longa cauda. Às vezes é mostrado com asas de penas, cristas, crinas de fogo, espinhos de marfim descendo sua espinha e várias colorações exóticas.
Muitas histórias modernas representam os dragões como criaturas extremamente inteligentes que podem falar, associado (e às vezes no controle de) uma poderosa magia. Nas histórias o sangue de um dragão, muitas vezes tem propriedades mágicas: por exemplo, na ópera Siegfried, ele deixou Siegfried entender a linguagem dos pássaros na floresta. O dragão típico protege uma caverna ou castelo cheio de ouro e tesouros e está frequentemente associada com um grande herói que tenta matá-lo, mas os dragões podem ser escritos em uma história de tantas maneiras que um personagem humano. Isso inclui o monstro a ser usada como um ser sábio onde os heróis se aproximariam para de ajuda e aconselhamento, tanto que se assemelhava dragões asiáticos, em vez de dragões Europeu neste mito.
Pronto. Por hoje é só(acho)! Lembrem-se que sábado eu posto mais um capítulo da DT e, se conseguir, logo voltarei com mais uma história sobre monstros ou algo do tipo.
Se cuidem. D.

domingo, 15 de maio de 2011

ROCK IN RIO 2011 \m/

Kenonm aqui ;D
Aproveitando que eu escrevi essa matéria pro senac, resolvi postar aqui como minha volta \o/ (não ficou uma obra prima, mas dei meu melhor (:  )



Rock in Rio 2011
   O Festival que reúne grandes nomes da música internacional voltará a ocorrer no Brasil neste ano, entre os dias 23 de setembro e 02 de outubro, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, na Cidade do Rock.

Ocorreram 9 edições do festival em todo o mundo, sendo que 3 foram realizadas no Rio de Janeiro, Brasil (1985, 1991 e 2001), 2 realizadas em Madrid, Espanha (2008 e 2010), e 4 em Lisboa, Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010). Lembrando que em maio de 2012 a capital portuguesa ira receber o evento novamente, e em junho será a vez da capital espanhola sediar o evento. Ao total o Rock in Rio contou com a presença de mais de 5 milhões de expectadores, que em mais de 780 horas de música apreciaram exatas 650 atrações.
A criação do evento se dá ao empresário brasileiro Roberto Medina que em 1985 teve a idéia de fazer o evento. Na época não havia nada parecido nem no Brasil, nem no resto do Mundo. Estava ocorrendo no país à transcrição entre o governo militar e a democracia, já com o fim do movimento “Diretas já”. Onde a juventude ia paras as ruas, como empresário de comunicação, ele achava que seria bom tentar ajudar nesse sentido, mostrar a cara do Brasil. Para Medina o festival nasceu a partir disso.
   A primeira edição ocorreu no Rio de janeiro, Brasil, no ano de 1985, entre os dias 11 e 21 de janeiro. Obteve um publico total de 1.380.000 em todos os dias de evento, em uma área de 200 metros quadrados construída somente para os shows.  Entre as 28 bandas internacionais e nacionais estavam Queen, Iron Maiden, Scorpions, Ozzy Osburn, Ney Matogrosso, Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho.

Voltando a postar

Desculpem minha inatividade. =/ Eu estive afastado do blog por todo esse tempo, pq eu tinha que estudar muito ainda tenho, mas nem to estudando direito e to passando tudo na boa. Já que to assim vo tentar arranjar um tempinho pro blog e vo voltar a posta que emocionante -q
Pra falar a verdade, eu ia voltar no mês passado, mas por uma ratiação eu acabei esquecendo minha pequena senha burro e só consegui entrar de novo hoje -.-'
Então era isso por hoje e até mais galer \o/

sábado, 14 de maio de 2011

An Dragon's Tale Ato 4_ Brave Heart

Enquanto ainda subiam a escada, Blaze pensava o que poderia estar lhes esperando lá em cima. Poderia ter um exército samurai pronto pra atacá-los, um grupo de ninjas retalhadores, ou até mesmo um Ryuu, os lendários dragões orientais.
Imagina o seu susto quando ele viu uma mão amigável pronta para ajuda-lo a subir do último degrau. Ele aceitou e subiu. O dono da mão tinha um sorriso tranquilo e sossegado debaixo de seu kimono branco.
”Legal.” Pensou Blaze ”Mais um maníaco oriental...”
Imagine a expressão do mesmo quando viu que estava no centro de uma vila, cheia de pessoas com o mesmo feitio de roupa, as casas com telhados arqueados para dentro, placas com kanjis, entre outros detalhes típicos da cultura oriental.
Era manhã, dava para se ver o sol brilhar pouco acima do horizonte. Devia fazer pouco tempo que amanheceu.
Blaze olhou para o lado e notou que estava em um terreno plano e redondo. O topo da montanha.
O morador que ajudou Blaze a se levantar disse a ele:
-Vocês devem ir ver o Okashira. Ele está lá. – E apontou para o fim da rua.-
Havia um templo no fim da mesma. Enfeitado com lanternas pendendo nas laterais, pergaminhos abertos colados em algumas paredes, e o telhado arqueado tinha uma cor que lembrava o vermelho.
Os dois rumaram para lá. Enquanto seguiam, riam dos olhares curiosos dos moradores, que se amontoavam para ver os visitantes. Uma jovem civil se aproximou deles com um cesto de flores e entregou uma flor rosa para cada um, e voltou envergonhada para a multidão. Blaze e Samantha se olharam e riram. Um menino se aproximou também e deu uma maçã para Samantha. Ela sorriu e agradeceu.
Sem mais situações dignas de nota, os dois chegaram ao templo.
Ao entrarem, uma voz desacostumada com nossa linguagem, vinda lá de dentro, disse á eles:

domingo, 8 de maio de 2011

Top 5 Músicas de Anime

Olá pessoal, mais uma vez eu aqui e mais uma vez com uma matéria sobre música.

Bom, como eu sei que muitos leitores que acompanham o blog (mas não comentam os posts ¬¬) gostam de animes, estou fazendo O MEU top 5 músicas de animes

É certo que não irei agradar todo mundo, porém, você tem os comentarios como livre forma de expressão, e até pra fazer o seu próprio top 5


Bom, em 5º lugar uma música no Anime Naruto.
Quem se lembra do primeiro encerramento? EU, e a música é uma das minhas favoritas em relação a animes
A música se chama Wind e é do cantor Akeboshi

Wind - Naruto




Na 4ª posição a primeira abertura de um anime chamado Tokyo Underground.
Tokyo Underground não é um anime muito conhecido, mas é muito bom, assim como sua primeira abertura, o nome da música é Jounetsu

The Record of Lodoss War

Pooooois é, galera. Desde a saída da Arisu, o blog andou meio parado sobre animes/j-music/cultura japonesa. De fato eu consegui alguém para substituí-la(como visto n'este post ), mas devido a alguns problemas, o novo admin ainda não pôde assumir seu papel...
Mas não fiquem tristes, pobres ovelhas!(admito, sempre quis falar isto *facepalm) Conversei hoje com os outros admins e a gente resolveu cada um falar um pouco sobre seu "lado da quadriforce" ligado ao assunto nipônico.
Então animem-se, meus amigos! O Quadriforce ainda tem seus 4 triângulos(ou em parte XD)!
Agora, vamos ao que interessa:

Geral:
The Record of Lodoss War (ロードス島戦記 Rōdosu-tō Senki, também conhecido apenas como Lodoss) é uma série de fantasia orinalmente criada como RPG por Ryo Mizuno e que ao longo do tempo virou anime, game eletrônico, anime e OVA. Se você parar para prestar atenção, seria um "D&D nipônico", contando com "uma galera do barulho com habilidades pra lá de peculiares em um mundo perigoso prontos para enfrentar esse ser do mal!"( eu tinha que falar assim XD)
Enredo:
Segundo a lenda, há muito tempo aconteceu uma terrível batalha no continente de Alecrast entre dois deuses poderosos, Pharis (Deus da Luz) e Falaris (Deus da Escuridão). Uma luta que parecia não ter fim, arrastando com eles outros deuses, até restarem apenas outras duas deusas que se enfrentaram em batalha: Kardis (Deusa da Destruição) e Marfa (Deusa da Criação). Kardis, que lutava com o deus da escuridão, foi derrotada e amaldiçoou Alecrast, mas para evitar que a maldição se alastrasse por todo o continente, a benevolente Marfa separou o pedaço amaldiçoado, transformando-a numa ilha, um continente isolado que se chamou "Lodoss".

Monstros 01: Fênix

Pois é. Eu criei uma nova coluna, agora falando sobre monstros mitológicos. Por favor, comentem! Demonstrem se gostaram ou não, a opnião de vocês é muito importante pra gente... =/
Bem, vamos para o que importa!

sábado, 7 de maio de 2011

RPG: Uma História Pra Contar Várias Histórias.




Como agradecimento pelas 1.000 visualizações, resolvi voltar ao meu assunto inicial: o RPG. Vou falar hoje um pouco mais sobre o geral, começando pela história.
O RPG (Role-Playing Game, ou Jogo de Interpretação de Personagens) surgiu em 1974, criado por Gray Gyrax e Dave Arneson, como uma adaptação da obras de Tolkien (criador d'O Senhor dos Anéis), sob o sistema Dungeons and Dragons (D&D) e, segundo histórias, eles jogam até hoje!
Com o tempo e o sucesso (e inúmeras atualizações), surgiu uma nova versão: o AD&D (Advanced Dungeons and Dragons) e, logo em seguida, o primeiro RPG genérico (que pode ser usado em vários cenários, do medieval ao futurístico): GURPS, criado pela Steve Jackson Games, em 1986.

Nessa época, começou a surgir os RPGs educativos, como o brasileiraço GURPS: Desafio dos Bandeirantes, mais um suplemento do famigerado (e extremamente complicado, na minha opnião >..<') produto de Steve Jackson. Estes RPGs "bonzinhos" surgiram como resposta a onda que tinha de que "RPG é coisa do dimonho".


As Melhores Músicas do Metal

Eai pessoal que acompanha esse Blog tão maneiro ;)

Hoje trago para vocês as melhores músicas do Metal, cantadas pelos reis do Metal

Pra começar:

A rainha do Power Metal,  então pegue sua espada, coloque uma armadura, mate um dragão e escute essa música dela KATY PERRY
 I Kissed a Girl - Katy Perry (Versão Power Metal)



Bom, agora é mais pra quem curte um New Metal, com uma boa pegada, aqui vem ela para cantar e encantar com seus breakdowns, LADY GAGA
Alejandro - Lady Gaga (Versão New Metal)



Agora é pro pessoal mais do Metal em geral, ele que sabe o que faz em suas músicas e leva a galera ao delirio, Tudo que sabe aprendeu com ninguem menos que Ozzy Osbourne, reverenciem o NOVO REI DO METAL: JUSTIN BIEBER
Baby - Justin Bieber


E Agora pra finalizar essa Seleção com chave de ouro, o bom e puro Death Metal, com ninguem menos que REBECCA BLACK
Friday - Rebbeca Black (Versão Death Metal)






é isso por hoje pessoal, gostaria de agradecer as 1000 vizualizações e pedir que não me matem por essa brincadeira hahahaha ;)

E é do Brasil-sil-sil!

Caraca gente... 1.000 visualizações... Parece que foi ontem que eu tava comentando com o pessoal a falta que fazia um blog... quando surgiu a primeira versão... =']
A gente criou o blog por diversão, tanto que as postagens não são diárias. Eu lembro que de início, todos dissemos que iriamos postar sempre, mas logo vimos que a coisa não é bem assim. Por ser apenas um meio de diversão e não uma obrigação, acabamos muitas vezes esquecendo do blog e se dedicando a assuntos pessoais, mesmo que volta e meia tenha algo novo aqui. =]
O tempo passou, o conteúdo do blog mudou um pouco (de início eram matérias, agora os posts são mais diversos, desde minhas fanfics, as viagens do Thaiel e as "reportagens do lukas XD) mas mesmo assim, aí estão vocês. Pessoas que volta e meia acessam, talvez por insistência de um dos Admins, talvez por vontade própria. Mas chegamos ao 1.000!
Eu, em nome de toda a administração dêste humilde vlog, agradeço á todos vocês. Obrigado. SIM, EU TÔ CHORANDO, P*##@!!!!! ='S

An Dragon's Tale Ato 3_ Hunter's Chance

-Pai! PAI!- Ouve-se a voz de uma garotinha-ACORDA!!!-
Blaze acorda-se com aquela menina diante dele, gritando seu nome. Ele balança levemente a cabeça para tentar tirar o sono.
-O que foi Samantha?-ele pergunta à menina, ainda meio sonolento- Pra que me acordar tão cedo?-
Neste momento, o sangue de Blaze gela. “Tão de sacanagem comigo.” É tudo o que ele pensa. Mais um deja vu.
Mas a expressão de Samantha não era tão serena quanto antes. Ela parecia assustada, apavorada.
- Pai, rápido. O "tio" sumiu, junto com todas as coisas.-
Blaze se levantou, saiu da barraca improvisada. A sensação de “eu te disse” veio á mente. Nada. Cavalos, comida, carroça ou Hayato. Blaze procurou por pistas e encontrou um Chakram [se não sabe,escreve no Google ¬¬'] preso numa árvore. Grama manchada de sangue. Houve alguma luta.-
Olhando melhor, parece que houvera mais que apenas luta.
Rastros no chão indicavam que alguém foi arrastado e levado.
As pegadas, inclusive dos cavalos, seguiam em direção à “colina”.
Era alguém lá de cima.
Ao sopé da montanha havia uma escada trabalhada perfeitamente na rocha, de modo que permite até mesmo animais subirem e descerem.
Blaze olhou para cima. A montanha devia subir uns 3 km antes de ser abruptamente cortada ao meio. Seria uma subida longa até lá; “coisa de uns minutos” pensou Blaze. A escadaria é rasa, permitindo que veículos transitem por ela com pouca dificuldade.
-Vamos, filha. E não saia de perto de mim.-
A menina ainda estava perto do acampamento improvisado recolhendo o manto da barraca, e agora apenas uma fogueira apagada poderia ser vista por ali. Ela fez um sinal ao pai, guardou a lona em sua mochila e correu até ele.
Os dois subiram alguns degraus quando, repentinamente, Blaze para olhando para o nada, apavorado. Coloca a mão nos bolsos do sobretudo [esqueci de contar, o Blaze usa um sobretudo marrom não muito grosso e sem mangas.], em volta do pescoço, nos bolsos das calças, e nada. Haviam levado.
Blaze puxou a menina do braço e seguiu com pressa balbuciando coisas do tipo: ”Isso tá ficando pessoal” ou “agora me irritaram”; enquanto a menina, desorientada, perguntava o que estava acontecendo, sem obter resposta.
Mais á frente, antes do fim da escadaria e antes do topo havia uma pequena construção, que era um teto finamente ornamentado quase sem paredes, apenas com algumas vigas também ornamentadas para sustentar, formando uma espécie de templo; onde crescia algumas flores e pequenas árvores. Trepadeiras cresciam pelos pilares e paredes(na verdade, uma parte da formação rochosa da montanha). O lugar era amplo, dava pra ver boa parte do bosque dali. Seja lá quem tivesse sido, viu-os de lá.
-Vamos, pai?-disse a garotinha, para que subissem até o fim - Você não estava com pressa?-
Blaze estava procurando algo na vegetação.
-Não, olhe- Blaze apontou para os degraus- A escadaria está mais rústica. Não tem como uma carroça passar por aí. Deve ter alguma outra... Achei!-
Blaze afastou um arbusto devidamente colocado e puxou um enorme portão do chão (parecido com uma porta de sótão), de onde sai uma rampa com uma leve inclinação, adentrando na montanha.
O local era iluminado por tochas. Um longo corredor se estendia ao fim da rampa, com espaço suficiente para passar 4 pessoas sem incômodo.
Depois de alguns minutos, ao fim do corredor, os dois encontraram um portão de ferro com inscrições em uma linguagem que nenhum dos dois conhecia.
“Saudade do Saruo...Ele era bom com isso” pensava Blaze.
Adentraram no portão. Um salão grande, redondo com uma enorme quantidade de suprimentos, desde comidas á armas. Uma escada marinheiro [daquelas que são barras de ferro presas em uma parede] no canto contrário da sala levava a uma abertura no teto, uma outra saída, óbviamente.
A carroça e os dois cavalos estavam ali. Um vulto salta em meio aos sacos da carroça. Faz malabarismos no ar em meio ao pulo, parando de frente á Blaze. BEM Á FRENTE DE BLAZE. Olha-o, olha-o... (Blaze está apavorado agora)
Ele usa um pano fino no rosto, tapando suas feições e ocultando sua verdadeira face. De todo seu corpo, apenas a área dos olhos é vista.
O inimigo pula para trás, tira dois chakrans de suas costas e faz posição de combate.
-Ótimo. Ninja... - Diz Blaze, com um ar sarcástico. -Samantha, afaste-se.-
A menina dá alguns passos pra trás, parando perto do portão de onde vieram. Blaze olhou para baixo. Havia um bastão de bambu no chão. “Bo. Ótima contra ninjas.”, ele pensa, e solta um leve sorriso maldoso, malicioso.
O ninja bota a mão no peito e tira dois medalhões. Blaze fica sério no mesmo instante.
-Isto é meu. –diz Blaze - Devolva-os!-
O ninja recoloca-os debaixo roupa, e pula pra cima do herói. Blaze, com uma fraca batida numa das laterais do bastão, pega a arma. A luta começa.
O ninja avança em alta velocidade, enquanto Blaze apenas se importa em se defender. Os dois estão já se confrontando enquanto Samantha olha assustada. Ela nunca tinha visto seu pai lutando daquele jeito, sempre achava seu pai um covarde, um medroso. Mas naquele momento ele parecia diferente. Corajoso, um verdadeiro herói. Até seu olhar tinha mudado. Parecia motivado.
Seus pensamentos foram interrompidos por um chute de esquerda dado pelo inimigo no rosto de seu pai. Ela entendeu que ele não estava tentando GANHAR, mas sim SOBREVIVER, tentando deter principalmente as armas cortantes do oponente. A pergunta era: até quando?
O bastão era duro, firme. Em um movimento ele consegue cravar as duas armas do inimigo no bambu. Ele solta um pequeno sorriso e, com a ponta do bastão, arranca a máscara de pano do ninja.
Mas não era um ninja. Era UMA ninja.
Uma moça de 17, 18 anos de idade. Seu olho era puxado, oriental.
A luta terminara. Blaze largou o bastão e foi tentar socorrer sua inimiga, que tinha levado um leve corte no rosto.
Ela afastou-o e correu para o lado mais escuro da sala, onde havia a escada vertical. Ela subiu e passou pela abertura da abóboda que segurava o teto. Os dois estavam sozinhos de novo.
-Um de três- Blaze diz, indo em direção á carroça.
Tudo estava em ordem. Não faltava nada.-
Samantha aproximou-se e, com alguns movimentos com as mãos, começou a curar os machucados do pai. Não havia muitos machucados, apenas alguns ferimentos causados pelo chute e alguns cortes de raspão causados pelos chakrans.
Completamente recuperado, Blaze e Samantha começam a subir a escada, voltando a ver a luz do sol do outro lado.

domingo, 1 de maio de 2011

An Dragon's Tale Ato 2_Highway Song

-Pai! PAI!- Ouviu-se a voz de uma garotinha-ACORDA!!!-
Blaze acorda-se com aquela menina diante dele, gritando seu nome. Ele balança levemente a cabeça para tentar tirar o sono.
-O que foi Samantha?-ele pergunta à menina, ainda meio sonolento- Tá cedo demais!-
Ela olha-o com um sorriso infantil e puro.
-Você prometeu que nós íamos...-
Nesta hora Blaze se espantou. Uma enorme sensação de deja vu passou pela sua cabeça.Não; pior. ISSO REALMENTE JÁ ACONTECEU. [pra quem não entendeu, ela falou a mesma coisa no capítulo anterior,mas Blaze (abobado u.u')não notou]
-... Encontrar o tio que vai nos levar pra capital.
Blaze respirou aliviado. A sensação havia passado.Acordou-se, seguiu a mesma rotina do outro dia [a qual eu não direi denovo para não ficar repetitivo, já fui criticado por um colaborador por repetir muito >.<']. Já era quase meio dia. Aproveitou a deixa e saiu apresado com Samantha.
A cidade estava calma. Não chegava a ser estranho, pois era dia do Sol [o mesmo que nossa segunda-feira], e os viajantes já haviam ido embora. Era quase meio-dia quando Blaze chegou à praça, o local marcado. Havia uma carroça lá, com dois cavalos (em perfeitos estados, por sinal) e o condutor. Não dava pra ver muito do seu rosto, devido a um capuz em sua cabeça, que oculta até a área do nariz.[por quê que sempre, em toda carroça/carruagem ou coisa do tipo sempre tem que ter um condutor encapuzado???? Coisa mais clichê...]
Ele estava mastigando um talo de capim. Quando notou a aproximação dos dois, lançou um leve sorriso.
-“Bom dia, amigo”- Disse, sem deixar cair a palha da boca. O modo em que falava era tão estranho, tão traduzido, parecia estar lendo as palavras e não falando. Parecia tão...
... Estrangeiro.
A expressão de Blaze mostrava algo que parecia uma mistura de espanto com alegria. Ele conhecera o misterioso condutor. É alguém que ele estava morrendo de saudade. É alguém que ele não via havera bastante tempo. Há 9 anos, pra ser mais exato.
Ele é mais um dos Dragoons.
-Hayato Tokuzaki [2], o Herói... —Diz Blaze, mas é rapidamente interrompido pelo encapuzado.
-“... Do deserto.“- termina o condutor.
Ele tira o capuz para mostrar o rosto. Cabelos negros, repartido no meio da cabeça até a altura do meio do pescoço, olhos escuros puxados, indicando descendência oriental e um sorriso sincero no rosto. A barba crescendo no rosto dava a ele a aparência de mais velho, mas deveria ser mais velho que o homem à sua frente. Uma boa pessoa e, ao mesmo tempo, o melhor amigo de Blaze.
-Claro! Eu sou muito tapado! Você "funfava" pro Sin! Como pude esquecer isso?-
O oriental respondera com um sorriso. Olha para a garota e depois de volta para o Blaze. A garota estranha o jovem de olhos puxados.
-Minha filha, Samantha, lembra?-Diz Blaze para o homem,e depois vira-se para sua filha para apresentá-lo. –Este é Hayato, um velho amigo do pai. Você era muito pequena quando a gente deixou de se ver, então você não deve se lembrar dele... -
O oriental sorria para a menina, e ela retribuiu o sorriso. Eles tinham muito que conversar, mas também muito trabalho para fazer. O condutor sabia – e não poderia dizer a eles agora- que este trabalho deveria ser terminado o quanto antes. Até o vale a viagem duraria 1 dia e após isso, até a capital duraria mais três – com direito á uma passagem pela vila de Linna para descansarem no 3º dia- ,chegando na capital com 4 ou 5 dias de viagem. A comida estava calculada certa para isso [Sin era pão-duro u.u] e, caso demorassem muito, iriam viajar á noite, o que aumentava as chances de um ataque de bandidos na estrada.
-“Então, vamos?” - disse o oriental, convidando-os para subirem na carroça.
Os dois riram; subiram e seguiram viagem.
A viagem foi tranquila; os dois tinham muita coisa para conversar, muito papo pra pôr em dia.
Samantha ouvia tudo admirada com as histórias e aventuras que um dia seu pai viveu. Ela achava estranho como Hayato referia-se como um "grande herói", e dizia que Blaze era seu escudeiro... Ria dos dois, mas se sentia bem pois poderia encontrar sua mãe de novo, pois ela tinha ido treinar fazia 2 anos e iria ficar sozinha por mais 3, fazendo uma pausa no próximo mês, para comemorar seu aniversário.
As piadas eram muitas. Hayato lembrou Blaze de quando eles derrotaram um ogro usando uma pequena adaga (para âmbos!), contaram da vez que salvaram Bianca de um lorde lich maligno,...
-Bianca!-Blaze exclamou.-Esquecemos seu presente!-
-"Relaxa.-disse o oriental.-Logo estaremos na capital. Lá a gente encontra alguma coisa."-
Verdade, eles estavam indo pra uma grande metrópole. Poderiam improvisar algo.
Era tardezinha já quando eles começavam a ver ao longe uma colina, cercada por um pequeno bosque.
-“Lá”–dizia Hayato – “Fica o Vale Kanwa. É protegido pelo clã Toeda, velhos conhecidos meus.
Mesmo assim, tomem cuidado. Eles não estão acostumados com estrangeiros... mesmo assim não se preocupem,foi por causa deles que viemos pra cá...”
Chegando mais perto, Blaze e Samantha puderam olhar a colina mais de perto. Não era uma colina, e sim uma montanha. UMA MONTANHA HORIZONTALMENTE CORTADA AO MEIO.
Chegaram ao bosque já era noite. A noite estava silenciosa e algumas nuvens bloqueavam a lua, apesar do bosque não estar muito escuro.
- “Vamos dormir aqui.”- sugeriu Hayato.
-Mas...a gente podia seguir ainda, né, Samantha?-
A garota concordou com um sinal de cabeça.
- “Não, não vale á pena. Eles vão entender isto como um ataque direto, uma tentativa de invasão ou pilhagem.”-
-Mas assim...não tem o risco de algum ladrão ou algum monstro aleatório?-
-“Este bosque é protegido pelo clã Toeda. Se eu pudesse escolher o lugar mais seguro de Gaia, seria aqui.” -
- OK então... Vamos dormir aqui?- Perguntou Blaze, consentindo.
Hayato respondera com um sinal de cabeça, e os dois começaram a montar um pequeno acampamento ali. Em pouco tempo estavam dormindo.